A reforma do processo matrimonial canónico

imagen-sin-tituloA implementação de uma reforma tão profunda como aquela que foi determinada pelo Papa Francisco relativa ao processo matrimonial canónico exige, a meu ver, duas atitudes elementares: bom senso e uma boa dose de estudo.

Em primeiro lugar, é necessário bom senso, porque a finalidade desta reforma é a mesma que sempre orientou o poder judicial ao longo da história da Igreja: a salvação das almas. Nesse sentido, o Papa não quis diminuir o valor da indissolubilidade do matrimónio, mas procura que a resposta das estruturas da Igreja não seja, nem injusta, nem morosa.

Em segundo lugar, é preciso um certo tempo para implementar a presente reforma. Nesse sentido, parece-me que foi demasiado curto o tempo que passou entre a publicação das normas e a sua entrada em vigor. Mas, tendo entrado em vigor, torna-se ainda mais urgente estudá-las bem e isso significa, estudá-las dentro da tradição da Igreja, para se ficar ciente de quais são os seus elementos essenciais e o modo melhor de implementar esta reforma que procura a “conversão das estruturas eclesiásticas” para as tornar mais adequadas às suas finalidades.

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